Sabe aquela pessoa nada boa? Então, as vezes ela se camufla por meio de sorrisos e simpatias. Mas quando notam, querem apenas dormir e nunca mais acordar.
Sabe o que significa? Que ela não é feliz com o que faz ou com o que te rodeia. Tudo bem, a pessoa pode amar a namorada, pode dizer que ela é tudo pra ela, que a faz um bem danado. Mas aquela pessoa ainda sente um vazio, sente a falta de alguém para chamar de mãe, de pai, falta de alguém para confiar sem medo de ser julgada.
Eu sei que dá saudade. Saudade de dormir no sofá e acordar na cama. Eu sei que dá saudade de fazer a coisa errada, porém, sem saber que era errado e para outras pessoas era "fofo" porque você estava aprendendo a fazer. Mas aí, você cresce, todos crescem e dá nessa merda.
A merda que todas as pessoas viram, a merda onde todos se atolam. E aí, quem limpa a merda quando as pessoas que podem evitar pisar nelas simplesmente fecham os olhos e continuam a andar, sem saber nem pra onde estão indo? Então, essas são as pessoas que se encondem atrás de sorrisos e simpatias.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Ventilador
Temos tanta coisa para falar, e eu resolvi falar de um ventilador.
Por que o ventilador tem que girar, resfriar... ah, pior, por que tem que se chamar ventilador?
Não pode simplesmente se chamar "vento"?
Aí, eu te pergunto, desde quando o mundo é mundo se a gente não é gente? Podemos ser meros ventiladores e não sabermos. Isso vai da atitude de cada cabeça de vento. Se serve apenas para ventilar ou serve para pensar.
Meu caso, são 18h18, e em quê estou pensando? No ventilador, é claro.
Por que o ventilador tem que girar, resfriar... ah, pior, por que tem que se chamar ventilador?
Não pode simplesmente se chamar "vento"?
Aí, eu te pergunto, desde quando o mundo é mundo se a gente não é gente? Podemos ser meros ventiladores e não sabermos. Isso vai da atitude de cada cabeça de vento. Se serve apenas para ventilar ou serve para pensar.
Meu caso, são 18h18, e em quê estou pensando? No ventilador, é claro.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
O que fazer quando família não é mais sinônimo de confiança?
Oi.
Hoje é sábado.
Preciso de ajuda, não sei mais como agir, como falar, o que fazer. Deixo a pergunta do título da publicação para que me ajudem a responder. Não existe mais uma pessoa na qual possamos confiar. Não existe mais uma pessoa da família na qual seja mais seu amigo do que seu responsável. Não existe mais aquela coisa de "me dá a sua mão", mas agora existe o "a culpa é sua, foi você, irresponsável". Familiares simplesmente deixaram de se colocar no lugar de outros, e passaram a julga-los. Cadê aquela coisa que existia em meio a sociedade, que todos davam as mãos e enfrentavam todo e qualquer problema.
Hoje me sinto perdida, ao perceber que quem me acolheu quando fui expulsa de casa simplesmente passou a perna em mim, e agora começa a querer controlar-me. A pessoa que me prometeu confiança, ajuda e mundo aberto. Não tenho mais pra onde olhar, um lugar pra ficar, uma pessoa para recorrer. Um desabafo as vezes cai bem, mas não tenho mais a quem desabafar. Em meio a uma família de centenas de pessoa, me sinto só, como o patinho feio.
E quando vou recorrer à pessoa mais próxima de mim, na qual me faz bem e me deixa livre, os que me ignoram acham ruim. Como se eu tivesse a obrigação de contar com eles mesmo agindo da forma que agem. As pessoas esquecem que tudo que se passa, deixa marca. Acham que seria mais fácil ver o que acontece e levar a diante como se nada fizesse diferença. Mas e a minha personalidade, onde fica? A minha vontade de ter um caráter, pra onde vai? A partir do momento em que tudo que ocorre fica em meio a escuridão, eu deixo te der meu caráter pra assumir o caráter que eles querem que eu assuma.
O que mais dói, é saber que essas pessoas que não temem o que eu sinto, o que eu posso fazer ou pensar, são as pessoas que menos ligam pra tudo isso. São as pessoas que pensam na própria forma de conquistar bens para si mesmos. No mundo não é bem assim que funciona. Se não for um por todos e todos por um, não ha como existir confiança. As vezes, só o que precisamos, é de um ouvido pra nos escutar, porém, um ouvido que não transfira tudo o que ouviu para a boca, fazendo-a com que se abra. É isso que está faltando dentro da minha família; Empatia. Algo na qual um se coloque no lugar do outro, pra perceber que nem tudo que fazem e falam é certo.
Percebo que o mais produtivo a fazer, é começar a agir sem pensar. Talvez dessa forma, todos percebam que o MEU mundo não gire em torno deles.
Desabafei.
Hoje é sábado.
Preciso de ajuda, não sei mais como agir, como falar, o que fazer. Deixo a pergunta do título da publicação para que me ajudem a responder. Não existe mais uma pessoa na qual possamos confiar. Não existe mais uma pessoa da família na qual seja mais seu amigo do que seu responsável. Não existe mais aquela coisa de "me dá a sua mão", mas agora existe o "a culpa é sua, foi você, irresponsável". Familiares simplesmente deixaram de se colocar no lugar de outros, e passaram a julga-los. Cadê aquela coisa que existia em meio a sociedade, que todos davam as mãos e enfrentavam todo e qualquer problema.
Hoje me sinto perdida, ao perceber que quem me acolheu quando fui expulsa de casa simplesmente passou a perna em mim, e agora começa a querer controlar-me. A pessoa que me prometeu confiança, ajuda e mundo aberto. Não tenho mais pra onde olhar, um lugar pra ficar, uma pessoa para recorrer. Um desabafo as vezes cai bem, mas não tenho mais a quem desabafar. Em meio a uma família de centenas de pessoa, me sinto só, como o patinho feio.
E quando vou recorrer à pessoa mais próxima de mim, na qual me faz bem e me deixa livre, os que me ignoram acham ruim. Como se eu tivesse a obrigação de contar com eles mesmo agindo da forma que agem. As pessoas esquecem que tudo que se passa, deixa marca. Acham que seria mais fácil ver o que acontece e levar a diante como se nada fizesse diferença. Mas e a minha personalidade, onde fica? A minha vontade de ter um caráter, pra onde vai? A partir do momento em que tudo que ocorre fica em meio a escuridão, eu deixo te der meu caráter pra assumir o caráter que eles querem que eu assuma.
O que mais dói, é saber que essas pessoas que não temem o que eu sinto, o que eu posso fazer ou pensar, são as pessoas que menos ligam pra tudo isso. São as pessoas que pensam na própria forma de conquistar bens para si mesmos. No mundo não é bem assim que funciona. Se não for um por todos e todos por um, não ha como existir confiança. As vezes, só o que precisamos, é de um ouvido pra nos escutar, porém, um ouvido que não transfira tudo o que ouviu para a boca, fazendo-a com que se abra. É isso que está faltando dentro da minha família; Empatia. Algo na qual um se coloque no lugar do outro, pra perceber que nem tudo que fazem e falam é certo.
Percebo que o mais produtivo a fazer, é começar a agir sem pensar. Talvez dessa forma, todos percebam que o MEU mundo não gire em torno deles.
Desabafei.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Revolta
Oi.
Hoje é quarta feira.
Desculpe a demora por escrever novamente, é que eu estava na Ellen até segunda feira, e ontem fui pra casa da Eloá, e eu não levei meu pc.
E é por conta disso que vou escrever hoje. Cada dia que passa estou mais revoltada, pelas coisas que acontecem, e pelo fato de eu não poder fazer nada. Fui encontrar minha mãe na sexta feira, levei o pc da minha tia pra arrumar. Mas antes disso, na noite anterior, eu estava aqui, e tinha colocado o pc na minha mochila, o Lucas chegou, achando que mandava em mim, querendo saber o que EU tinha feito com o pc da minha tia que não estava encontrando sinal de rede. Eu juro que eu respirei fundo pra não falar merda pra ele, até porque minha tia não estava em casa, e seria minha palavra contra a dele.
Beleza, fui encontrar minha mãe, deixei o pc com ela pro cara ir buscar, almocei lá e tal. Marquei cabeleireiro. Fui pra Ellen, fiquei lá, fui pra aula na segunda de manhã, e voltei pra Ellen. Na terça (ontem), não fui a faculdade. A Linha não estava bem, então fiquei com ela, mas a cretina foi trabalhar e eu quase soquei ela por isso. Depois fui ao cabeleireiro, fiz progressiva (estou me sentindo maravilhosa rs), e fui pra casa da tia Marcia, mãe da Eloá. Dormi lá, e hoje fui a faculdade e vim pra casa.
Fiquei super feliz hoje na aula, porque o professor corrigiu as redações, e eu fiz a minha ontem, as onze da noite, e ele não encontrou um erro, e disse que eu escrevo muito bem. Adorei o elogio e estou me sentindo uma redatora de jornal rs
Nesse final de semana, só fiquei revoltada com uma coisa, que foi o fato do meu primo folgar em cima de mim, e usar o meu notebook. Eu prometi a mim mesmo, que ele não usaria. Porque se ele não cuida do pc que ele sempre usou, quem garante que ele vai cuidar do meu se ele usa uma vez só. Sem contar que eu cheguei aqui, o pc estava ligado e sem o plástico da tela. Estou fudida da vida com ele. A minha tia podia se tocar também né, ela só passa a mão na cabeça dele, e isso está me irritando. Se faz de cega. Por que ela passou a senha do meu pc pra ele, se ela sabia que eu não queria que ele usasse? Sem contar que ela fez um favor de enrolar a minha mãe e eu, e enquanto conversávamos, percebemos o que estava havendo com o nosso dinheiro... Mas sei lá ein, algo me diz que eu ficar aqui na casa da minha tia não vai rolar.
Só espero conseguir consertar essa história antes de precisar sair daqui. Isso me dá medo.
Hoje é quarta feira.
Desculpe a demora por escrever novamente, é que eu estava na Ellen até segunda feira, e ontem fui pra casa da Eloá, e eu não levei meu pc.
E é por conta disso que vou escrever hoje. Cada dia que passa estou mais revoltada, pelas coisas que acontecem, e pelo fato de eu não poder fazer nada. Fui encontrar minha mãe na sexta feira, levei o pc da minha tia pra arrumar. Mas antes disso, na noite anterior, eu estava aqui, e tinha colocado o pc na minha mochila, o Lucas chegou, achando que mandava em mim, querendo saber o que EU tinha feito com o pc da minha tia que não estava encontrando sinal de rede. Eu juro que eu respirei fundo pra não falar merda pra ele, até porque minha tia não estava em casa, e seria minha palavra contra a dele.
Beleza, fui encontrar minha mãe, deixei o pc com ela pro cara ir buscar, almocei lá e tal. Marquei cabeleireiro. Fui pra Ellen, fiquei lá, fui pra aula na segunda de manhã, e voltei pra Ellen. Na terça (ontem), não fui a faculdade. A Linha não estava bem, então fiquei com ela, mas a cretina foi trabalhar e eu quase soquei ela por isso. Depois fui ao cabeleireiro, fiz progressiva (estou me sentindo maravilhosa rs), e fui pra casa da tia Marcia, mãe da Eloá. Dormi lá, e hoje fui a faculdade e vim pra casa.
Fiquei super feliz hoje na aula, porque o professor corrigiu as redações, e eu fiz a minha ontem, as onze da noite, e ele não encontrou um erro, e disse que eu escrevo muito bem. Adorei o elogio e estou me sentindo uma redatora de jornal rs
Nesse final de semana, só fiquei revoltada com uma coisa, que foi o fato do meu primo folgar em cima de mim, e usar o meu notebook. Eu prometi a mim mesmo, que ele não usaria. Porque se ele não cuida do pc que ele sempre usou, quem garante que ele vai cuidar do meu se ele usa uma vez só. Sem contar que eu cheguei aqui, o pc estava ligado e sem o plástico da tela. Estou fudida da vida com ele. A minha tia podia se tocar também né, ela só passa a mão na cabeça dele, e isso está me irritando. Se faz de cega. Por que ela passou a senha do meu pc pra ele, se ela sabia que eu não queria que ele usasse? Sem contar que ela fez um favor de enrolar a minha mãe e eu, e enquanto conversávamos, percebemos o que estava havendo com o nosso dinheiro... Mas sei lá ein, algo me diz que eu ficar aqui na casa da minha tia não vai rolar.
Só espero conseguir consertar essa história antes de precisar sair daqui. Isso me dá medo.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Sei lá
Oi.
Hoje é quinta feira.
Ontem eu não vim pra casa, fui da faculdade direto pra casa do meu pai, era aniversário dele. Jantamos em um rodízio. Foi legal, me diverti, me senti a vontade, e hoje fui pra faculdade. Só que a minha mochila estava um peso só, porque eu pegue o mundo de moedas que ele me deu no meu aniversário. Amanhã vou levar pra minha mãe trocar, pra eu poder guardar.
Vou tentar escrever umas palavras que estão entaladas aqui dentro, depois de uma coisa que aconteceu hoje.
"E quando você vira alvo do seu próprio modo de agir. As vezes as pessoas não enxergam o que realmente faz mal para si mesmo. Tanto é que é isso que acontece, você vira alvo do seu próprio modo de agir. Nem se defender não dá, porque o que acontece? As pessoas insistem em ver o que querem.
Em meio a essa confusão que ocorre em casa, com o Lucas. Eu vejo o quanto as pessoas são injustas. Por que dizem que eu faço o inferno, se quem inventa que foi mandado embora de casa foi ele? Odeio o fato de tias minhas morarem lá no quinto dos infernos, e falarem o que querem como se vivessem dentro de casa, dentro de nossas cabeças.
Me digam, o que eu fiz de errado pra ser julgada por uma coisa na qual não fui eu quem fiz? As pessoas não percebem que a forma como tratam ele, só faz com que ele seja cada dia uma pessoa pior. Enquanto eu, fico aqui, só assistindo minha vó morrer e elas me julgarem."
Sinto uma dor no coração ao saber, que pessoas como ele conseguem tudo o que querem passando por cima de outras pessoas. Por isso que o mundo fica da forma que está, as pessoas não vêem o lado certo de cada situação, mas não é justo. Não é!
A vontade que eu tenho é de estrangular o Lucas quando ele chegar em casa perto da meia noite, porque ele não merece nada que tem. NADA! E a ruim da história ainda sou eu.
Hoje é quinta feira.
Ontem eu não vim pra casa, fui da faculdade direto pra casa do meu pai, era aniversário dele. Jantamos em um rodízio. Foi legal, me diverti, me senti a vontade, e hoje fui pra faculdade. Só que a minha mochila estava um peso só, porque eu pegue o mundo de moedas que ele me deu no meu aniversário. Amanhã vou levar pra minha mãe trocar, pra eu poder guardar.
Vou tentar escrever umas palavras que estão entaladas aqui dentro, depois de uma coisa que aconteceu hoje.
"E quando você vira alvo do seu próprio modo de agir. As vezes as pessoas não enxergam o que realmente faz mal para si mesmo. Tanto é que é isso que acontece, você vira alvo do seu próprio modo de agir. Nem se defender não dá, porque o que acontece? As pessoas insistem em ver o que querem.
Em meio a essa confusão que ocorre em casa, com o Lucas. Eu vejo o quanto as pessoas são injustas. Por que dizem que eu faço o inferno, se quem inventa que foi mandado embora de casa foi ele? Odeio o fato de tias minhas morarem lá no quinto dos infernos, e falarem o que querem como se vivessem dentro de casa, dentro de nossas cabeças.
Me digam, o que eu fiz de errado pra ser julgada por uma coisa na qual não fui eu quem fiz? As pessoas não percebem que a forma como tratam ele, só faz com que ele seja cada dia uma pessoa pior. Enquanto eu, fico aqui, só assistindo minha vó morrer e elas me julgarem."
Sinto uma dor no coração ao saber, que pessoas como ele conseguem tudo o que querem passando por cima de outras pessoas. Por isso que o mundo fica da forma que está, as pessoas não vêem o lado certo de cada situação, mas não é justo. Não é!
A vontade que eu tenho é de estrangular o Lucas quando ele chegar em casa perto da meia noite, porque ele não merece nada que tem. NADA! E a ruim da história ainda sou eu.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Confusão
Oi.
Hoje é terça feira.
Nossa! Ontem foi uma coisa de louco. Eu sai da faculdade mais cedo e fui pra guarulhos, tinha médico. Só que eu cheguei lá só pra olhar pra cara da medica. Fez eu ir até guarulhos, perder duas aulas na faculdade, gastar uma vida de dinheiro de condução, só pra falar uma data pra ela. Eu quis morrer com isso. Mas beleza.
Fui almoçar na tia Marcia. Ela fez um banquetão pra mim, e ligou pra minha mãe pra dizer que eu estava lá. Logo, minha mãe disse que era para eu ir encontra-la no banco, que ela ia me dar algumas coisas que estão faltando. Fui encontrar com ela, e acabei ficando cheia de sacolas de roupas. Então vim pra casa, claro, eu ia ficar fazendo o que na rua?
Quando cheguei em casa, reparei que meu primo não tinha ido trabalhar. Mas não liguei, fui direto pro banho. Antes de sair do banheiro, percebi que minha tia tinha chego do trabalho, e a ouvi falando com o meu primo. Quando saí do banho, só ouvi gritos, era meu primo avançando na minha tia, só porque disse que ele fez errado em ter pintado a parede, sendo que ela pediu para que pintasse a telha de casa. Foi aquele escândalo, então com os nervos a flor da pele, ele pegou as coisas dele e "foi embora".
Como ele não tem maturidade o suficiente pra resolver seus próprios problemas, ele ligou pra minha tia que mora do outro lado do Brasil, e então já alarmou a família inteira, não sei pra que, sendo que quando foi a noite ele voltou. Quando ele voltou, fui abrir o portão pra ele, mas nada de dar uma palavra. Então fui dormir, acordei no meio da noite, e ele dormindo no chão.. Vê se eu posso com uma coisa dessa?!
E agora, fica todo mundo da família ligando, pra saber se ele ainda está aqui, se ele foi trabalhar, se ele levou as coisas dele, e bla bla bla. Mas, o mais engraçado, é que ninguém ligou pra minha tia, pra saber realmente o que aconteceu entre eles. Fica nesse telefone sem fio, e ninguém resolve nada, ficam apenas julgando uns aos outros.
Hoje de manhã, quando fui pra faculdade, minha tia foi comigo, ficamos conversando e ela mostrou que não está nada feliz com essa situação toda.
Mas é isso aí, jaja as coisas melhoram, meu primo amadurece e as pessoas tomam semancol..
Acho que é só isso por hoje.
Adeus.
Hoje é terça feira.
Nossa! Ontem foi uma coisa de louco. Eu sai da faculdade mais cedo e fui pra guarulhos, tinha médico. Só que eu cheguei lá só pra olhar pra cara da medica. Fez eu ir até guarulhos, perder duas aulas na faculdade, gastar uma vida de dinheiro de condução, só pra falar uma data pra ela. Eu quis morrer com isso. Mas beleza.
Fui almoçar na tia Marcia. Ela fez um banquetão pra mim, e ligou pra minha mãe pra dizer que eu estava lá. Logo, minha mãe disse que era para eu ir encontra-la no banco, que ela ia me dar algumas coisas que estão faltando. Fui encontrar com ela, e acabei ficando cheia de sacolas de roupas. Então vim pra casa, claro, eu ia ficar fazendo o que na rua?
Quando cheguei em casa, reparei que meu primo não tinha ido trabalhar. Mas não liguei, fui direto pro banho. Antes de sair do banheiro, percebi que minha tia tinha chego do trabalho, e a ouvi falando com o meu primo. Quando saí do banho, só ouvi gritos, era meu primo avançando na minha tia, só porque disse que ele fez errado em ter pintado a parede, sendo que ela pediu para que pintasse a telha de casa. Foi aquele escândalo, então com os nervos a flor da pele, ele pegou as coisas dele e "foi embora".
Como ele não tem maturidade o suficiente pra resolver seus próprios problemas, ele ligou pra minha tia que mora do outro lado do Brasil, e então já alarmou a família inteira, não sei pra que, sendo que quando foi a noite ele voltou. Quando ele voltou, fui abrir o portão pra ele, mas nada de dar uma palavra. Então fui dormir, acordei no meio da noite, e ele dormindo no chão.. Vê se eu posso com uma coisa dessa?!
E agora, fica todo mundo da família ligando, pra saber se ele ainda está aqui, se ele foi trabalhar, se ele levou as coisas dele, e bla bla bla. Mas, o mais engraçado, é que ninguém ligou pra minha tia, pra saber realmente o que aconteceu entre eles. Fica nesse telefone sem fio, e ninguém resolve nada, ficam apenas julgando uns aos outros.
Hoje de manhã, quando fui pra faculdade, minha tia foi comigo, ficamos conversando e ela mostrou que não está nada feliz com essa situação toda.
Mas é isso aí, jaja as coisas melhoram, meu primo amadurece e as pessoas tomam semancol..
Acho que é só isso por hoje.
Adeus.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Segredos
Oiii.
Hoje é domingo e estou na Ellen, pra variar rs
Bom, eu nem vi a cara do meu primo depois que a gente teve a discussão, e sabe, é até melhor assim; pelo menos eu não terei que engolir a carinha de santo que ele faz pra se safar das responsabilidades.
Ontem eu fiz as minhas tatuagens, e eu sinto que a minha tia está brava comigo por causa disso, mas enfim, nada que duas semanas não façam a gente se resolver.
Hoje, foi um dia bastante tenso aqui. A Ellen e a minha cunhada pegaram a minha sogra pra falar um monte, mas como sempre, minha sogra é a "certa". Ninguém nunca pode falar nada, que estão sempre errados. Eu me segurei firme pra não falar nada, mas não contive a reação em algumas partes da conversa. Fiquei mal ontem, porque ela fala umas coisas, que vêm direto pra mim, é como se ela estivesse falando pra Ellen justamente pra me atingir, e não gosto disso. Logo penso que no final de semana seguinte eu não virei mais pra cá, mas depois que eu vi a Ellen chorando DE NOVO por causa da mãe, eu vi o quanto realmente ela precisa de mim, e que não pode ser a mãe dela, a fazer algo pra eu não querer mais vir pra cá.
Só fez eu ficar mais convicta que eu preciso urgente de um emprego pra me estabilizar e tirar a Ellinha daqui, porque não vou aguentar ve-la chorando tantas vezes por conta da mãe. Até a Di, que é a minha cunhada, colocou pra fora tudo que eu estava pensando. Mas o que me deixa mais revoltada, é não poder querer abrir os olhos da minha sogra, mostrar que ela só está afastando as outras pessoas dela, e que ela vai acabar sozinha. A única pessoa que ela tem hoje, é a Ellen, e ela está quase saindo comigo, e se sair, não será pra voltar. A não ser uma visita rápida, como a que todo filho faz a sua mãe, porque querendo ou não, não deixará de ser mãe nem hoje e nem nunca.
Tirando isso, estou super feliz. Tudo bem que não vou mais poder tomar nescau de café da manhã, por causa das tatuagens, mas tá tá, é uma boa causa rs Descobri também que vou pagar a menos a faculdade esse mês, coisa que melhorou mais ainda o meu humor, hahaha.
Bão, é isso isso. Logo menos escrevo mais.
Adeus.
Hoje é domingo e estou na Ellen, pra variar rs
Bom, eu nem vi a cara do meu primo depois que a gente teve a discussão, e sabe, é até melhor assim; pelo menos eu não terei que engolir a carinha de santo que ele faz pra se safar das responsabilidades.
Ontem eu fiz as minhas tatuagens, e eu sinto que a minha tia está brava comigo por causa disso, mas enfim, nada que duas semanas não façam a gente se resolver.
Hoje, foi um dia bastante tenso aqui. A Ellen e a minha cunhada pegaram a minha sogra pra falar um monte, mas como sempre, minha sogra é a "certa". Ninguém nunca pode falar nada, que estão sempre errados. Eu me segurei firme pra não falar nada, mas não contive a reação em algumas partes da conversa. Fiquei mal ontem, porque ela fala umas coisas, que vêm direto pra mim, é como se ela estivesse falando pra Ellen justamente pra me atingir, e não gosto disso. Logo penso que no final de semana seguinte eu não virei mais pra cá, mas depois que eu vi a Ellen chorando DE NOVO por causa da mãe, eu vi o quanto realmente ela precisa de mim, e que não pode ser a mãe dela, a fazer algo pra eu não querer mais vir pra cá.
Só fez eu ficar mais convicta que eu preciso urgente de um emprego pra me estabilizar e tirar a Ellinha daqui, porque não vou aguentar ve-la chorando tantas vezes por conta da mãe. Até a Di, que é a minha cunhada, colocou pra fora tudo que eu estava pensando. Mas o que me deixa mais revoltada, é não poder querer abrir os olhos da minha sogra, mostrar que ela só está afastando as outras pessoas dela, e que ela vai acabar sozinha. A única pessoa que ela tem hoje, é a Ellen, e ela está quase saindo comigo, e se sair, não será pra voltar. A não ser uma visita rápida, como a que todo filho faz a sua mãe, porque querendo ou não, não deixará de ser mãe nem hoje e nem nunca.
Tirando isso, estou super feliz. Tudo bem que não vou mais poder tomar nescau de café da manhã, por causa das tatuagens, mas tá tá, é uma boa causa rs Descobri também que vou pagar a menos a faculdade esse mês, coisa que melhorou mais ainda o meu humor, hahaha.
Bão, é isso isso. Logo menos escrevo mais.
Adeus.
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